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Varandas em vidro – tudo o que precisa de saber!

Elisabete Figueiredo – HOMIFY Elisabete Figueiredo – HOMIFY
de Traço Magenta - Design de Interiores Moderno
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Quem tem uma varanda espera sempre tirar o melhor proveito dela, mas a realidade é que muitas vezes as varandas acabam por não terem grandes funções para além de servirem para estender roupa e arrumar. 

No entanto a presença de uma varanda, o seu estado de conservação, e até a sua utilização, podem ser determinantes para a estética do edifício. Uma varanda mal aproveitada pode desfear toda a fachada, já para não falar da tristeza de ter um espaço que poderia ser muito agradável sem uma utilização confortável!

Tendo em conta que o vidro é um material que se funde na própria construção, permitindo amplitude e leveza ao invés de restringir, é natural que seja aplicado nas varandas. E na verdade cada vez se vê mais, seja a fazer de guarda ou a fechar o espaço para criar as chamadas marquises.

Mas longe vão os tempos das feias marquises de caixilharia de alumínio de vidro simples… Atualmente as soluções disponíveis no mercado são muitas, e muito bonitas, por isso se quer fechar a sua varanda com vidro, ou apenas dar mais leveza à fachada com varandins em vidro, este é o artigo certo para ler. Aqui vai encontrar informação sobre os tipos de vidro, os sistemas de fixação, as exigências legais e até preços indicativos, para ter a varanda em vidro que sempre sonhou. 

Vantagens de uma varanda de vidro

Ter uma varanda em vidro tem algumas vantagens, nas quais se calhar ainda não pensou. 

No caso das varandas com guardas em vidro, as vantagens são simplesmente estéticas, pois o vidro é perfeito para dar leveza e modernidade à fachada, bem como amplitude ao olhar, proporcionando visibilidade. É uma ideia perfeita para implementar em casas de construção contemporânea ou em recuperações que pretendem uma modernidade que não choque visualmente com o passado. 

As varandas em vidro, fechadas, são outra história… Quem nunca sonhou em fechar a varanda para melhor a aproveitar?  Uma varanda fechada torna-se um espaço muito agradável, que pode trazer-lhe várias vantagens:  - isolamento térmico e acústico; 

- mais controlo da temperatura interior; 

- mais beleza, com um toque moderno, para a fachada da sua casa 

- consegue um compartimento extra, que pode dotar de todo o conforto para usufruir de inverno ou de verão;  

- um espaço elegante, que lhe permite desfrutar de toda a vista do exterior, com todo o conforto do interior.

Tipos de vidros

Há vários tipos de vidro que podem ser utilizados para fazer guardas e fechamentos de varandas. Novas tecnologias que permitem aos arquitetos conseguirem edifícios cada vez mais arrojados, plenos de impacto visual.

A escolha do vidro para a sua varanda vai depender dos seus objetivos, da estética pretendida e, claro, do seu orçamento. Confira abaixo alguns dos tipos de vidros mais usados para este fim:

- Vidro temperado – Este vidro é tratado termicamente para se obter maior resistência mecânica à quebra, e é muito utilizado em fachadas e exteriores, como portas, guardas ou coberturas. O tratamento térmico, ou têmpera, consiste em depois de ser cortado à medida, o vidro ser submetido a uma temperatura de cerca de 600ºC e depois a um arrefecimento rápido que baixa a temperatura do exterior enquanto o interior permanece quente por muito mais tempo. Estas diferenças de temperatura produzem um vidro mais resistente à quebra, e quando esta se dá o material fragmenta-se ao invés de estilhaçar e grandes lâminas.

- Vidro laminado – este material é na realidade constituído por duas ou mais placas de vidro unidas por uma tela de polivinil burital, ou PVB. O vidro laminado oferece uma boa segurança contra impactos acidentais, e um ótimo isolamento acústico, além de proteção contra os raios ultravioleta. É um vidro muito resistente mas quando parte também não estilhaça, pois os fragmentos ficam presos na malha da rede de PVB.

- Vidro duplo – o vidro duplo é constituído por duas placas de vidro separadas por uma câmara de ar estanque, feita de alumínio, cheia de gás desidratado, e isolada com silicone. É muito usado em fechamentos de varandas por proporcionar um bom isolamento térmico e sonoro.

- Vidro termoendurecido – com características semelhantes ao do vidro temperado, este vidro é no entanto submetido a um tratamento com uma temperatura um pouco inferior. É muito resistente e flexível do que o vidro normal, mas como o vidro temperado, não pode ser cortado após o tratamento térmico, e ao contrário deste não pode ser usado como vidro de segurança.

- Vidro de controlo acústico – este vidro permite uma boa redução do som vindo do exterior no interior do edifício sem prescindir da luminosidade que só a transparência total permite. Pode ser aplicado no exterior, em fachada e coberturas, e é muito utilizado em separadores urbanos, como os que se vêm nas auto-estradas.

- Vidro de controlo solar – tem um capa refletora que limita a entrada de luz e ajuda afazer a manutenção da temperatura interior. É muito utilizado em fachadas de edifícios modernos.

Tipos de caixilhos

Os caixilhos tradicionais, com janelas de correr em calha, ou fixos de ferro ou chumbo, ainda se vêem muito, e até podem ter algum apelo estético, como os desta varanda de Lisboa num trabalho da Home Staging Factory, mas hoje em dia as molduras dos vidros para varandas estão muito longe das que víamos nas antigas e pouco atraentes marquises. Inclusivamente podem quase nem ser ver! 

Vamos conhecer alguns sistemas de fixação dos vidros em varandas: 

- fixadores em placa de inox - são fixadores que se aplicam na junção entre as placas de vidro. Normalmente têm a forma de um retângulo que prende por dentro e por fora, na parte superior e na inferior das placas; 

- fixação por distanciadores com carrapeta - é um sistema que utiliza dispositivos que se fixam à fachada, e onde depois são fixadas as placas de vidro por meio de parafusos, normalmente com um acabamento de inox. As placas de vidro ficam, a alguns centímetros da fachada; 

- fixação com calha de alumínio, à vista ou oculta – embora o nome nos remeta para as antigas calhas isso está longe da verdade. Estas calhas são muito estéticas e podem até nem ser visíveis conforme o desejado. Podem inclusivamente dotar o vidro de luz por inclusão de iluminação LED na calha. 

Haverá outros tipos e modelos, conforme o fornecedor. Aconselhe-se com o profissional sobre a estética e a resistência em função das suas necessidades específicas.

Tipos de abertura

O tipo aberturas, em específico para as varandas fechadas é fundamental. É ele que vai ditar o conforto do seu espaço de varanda ao permitir ou não uma ventilação adequada. Mas também é bastante responsável pela estética do resultado final.

A superfície envidraçada pode abrir em porta, sendo que neste caso ou tem uma proteção exterior adicional ou abre apenas a porção superior, como uma janela. Assim haverá porções fixas, como paredes, e outras que abrem, como janelas.

As aberturas podem fazer-se a correr em calhas, como nos sistemas mais antigos, caso em que existe um caixilho que contém o vidro e é ele que desliza. Neste caso todas as placas são móveis mas não é possível abri-las todas ao mesmo tempo, pois há sempre sobreposição, no entanto permite selecionar a abertura em função da deslocação do ar.

Ainda com deslocação em cala, mas num contexto bem diferente temos a abertura em calha monocarril. Neste moderno sistema as placas de vidro têm perfis de baixa expressão (quase não se vêm), e fixação independente. Isto permite que as secções deslizem e girem podendo ser abertas na sua totalidade. As calhas são fixadas com parafusos de inox e a água escorre da calha inferior através de pequenos rasgos feitos na própria calha, tapados com goteiras em PVC. É ainda aplicado um vedante nas extremidades para melhorar o isolamento térmico e sonoro. É este o caso que vemos nesta varanda, de um trabalho da Traço Magenta – Design de Interiores.

Os sistemas de abertura e fecho variam muito em aspeto, acabamento e funcionalidade, pelo que uma pesquisa rigorosa do mercado é a melhor maneira de perceber qual se adapta melhor ao seu caso.

Exigências legais e constrangimentos para fechar uma varanda

Ter uma varanda fechada é garantia de maior conforto e melhor utilização ao longo do ano, isso é inquestionável na maior parte das situações. Mas será que é sempre possível fazê-lo depois da construção de raiz? Nem sempre! Ora vejamos:

- Se se tratar de uma varanda de um prédio, em primeiro lugar vai precisar da concordância do condomínio porque esta obra vai produzir alterações na fachada, e só depois deverá solicitar licença à câmara. Esta autorização por parte do condomínio deverá ser votada em autorização da assembleia de condóminos e aprovada por maioria de dois terços do valor total do prédio. Mas mesmo que se trate de uma residência particular isso não o isenta de precisar de uma licença camarária!

- No caso de fechamento com pouco impacto na fachada, como um de vidro com perfis de baixa expressão ou mesmo invisíveis, em moradia particular ou prédio, poderá apenas ser necessária uma comunicação prévia. Mas se a obra tiver impacto na fachada está sujeita a licenciamento camarário. Em edifícios antigos em zonas históricas o licenciamento é normalmente obrigatório e a obra pode não ser autorizada. A regulamentação destas matérias pertence ao município, e o mais acertado é dirigir-se à sua câmara municipal e expor o caso para fazer tudo em conformidade. 

- Fazer uma varanda de vidro vai aumentar a carga da estrutura própria varanda e do edifício. Mesmo não sendo um acréscimo muito substancial, pode tornar-se num ponto sensível em edifícios mais antigos. Neste caso o melhor é pedir o parecer de uma arquiteto antes de iniciar  a obra.

Decorações e acessórios

Depois de já ter a sua varanda de vidro está na altura de a mobilar e decorar para melhor poder usufruir dela. Mas também aqui há truques! 

Se no inverno a exposição solar direta e a sua amplificação pelas superfícies é uma bênção, no verão pode representar um sério risco de sobreaquecimento, aumentando exponencialmente os gastos com energia no ar condicionado. E ainda tem de pensar na questão da privacidade. Assim, se os vidros que instalou não têm controlo solar, deve pensar num sistema de sombreamento. Cortinas, como na imagem, ou estores, podem fazer uma diferença imensa na habitabilidade do espaço. Mas evite estores de ar antiquado, com lâminas de metal, por exemplo, pois vai ficar com um espaço feio ao invés de um local onde quer estar. Procure que o sistema de sombreamento da varanda não se destaque dos restantes espaços para ter um bom equilíbrio estético.

No que respeita à decoração siga o seu coração, mas lembre-se de escolher móveis resistentes à exposição solar direta para não acabar com uma decoração desgastada e desbotada em pouco tempo.

Quer ideias para a sua varanda? Então siga para o artigo ’18 fotos que o irão inspirar a criar o seu jardim ou varanda’!

Que preços?

Esta é uma questão complicada pois cada tipo de vidro, cada sistema de fixação e cada sistema de abertura representam preços diferentes, já para não falar das diferenças entre empresas para os mesmos produtos e serviços. Desta imensidão de valores resulta uma grande dificuldade de estabelecer um preço sem pedir orçamento a vários fornecedores.

No entanto a título informativo podemos avançar que um envidraçado sem perfis verticais, gama média, de 1,4 m de altura total, com perfil superior e perfil inferior lacado cor branca, de alumínio e folhas deslizantes e abatíveis, de vidro incolor temperado de segurança, de 8 mm de espessura, com os bordos polidos vai custar-lhe 2150 Euros segundo o site geradordeprecos.info. 

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